Geodiversidad de Folha Conde, Paraíba (Brasil): una aproximación a la geoconservaçión
Geodiversidade da Folha Conde, Paraíba (Brasil): Voltado à geoconservação
DOI:
https://doi.org/10.14198/geogra.28723Palabras clave:
Geodiversidad, Hoja Conde, Formación Barreiras, Formación Pos-Barreiras, Geoconservación, ParaíbaResumen
La geodiversidad constituye el componente abiótico del paisaje. Los estudios sobre geodiversidad destacan por su relevancia en diversos contextos ambientales, económicos, culturales y educativos. El objetivo de este trabajo es presentar una visión de la geodiversidad de la Hoja Conde (1:25.000), que abarca los municipios de Conde y Alhandra, en el litoral sur del estado de Paraíba, con la finalidad de contribuir a la geoconservación del medio abiótico. Para ello, se llevó a cabo un inventario y cartografiado de la geodiversidad mediante la identificación de lugares con un valor geológico relevante. Esta área forma parte de una cuenca sedimentaria desarrollada sobre un basamento cristalino afectado por fallas, cuya reactivación durante el Plio-Pleistoceno dio lugar a un sustrato escalonado. Fue necesario realizar un estudio detallado de la literatura geocientífica existente sobre la zona, complementado con un minucioso trabajo de campo, desde una perspectiva centrada en el sustrato físico, que puso de manifiesto la importancia de este como elemento patrimonial del territorio. El relieve se dividió en dos grandes unidades morfoesculturales: llanuras aluviales y bajos altiplanos o tabuleiros, estos últimos representados por las litologías de la Formación Barreiras y de la Formación Pos-Barreiras. Entre los elementos más relevantes de la geodiversidad se identificaron las areniscas litorales de la Formación Barreiras, los paleosuelos de la Formación Pos-Barreiras, los sedimentos aluviales cuaternarios del arroyo Salsa y el arroyo Água Boa, afluente de la margen derecha del río Gramame, que presenta un encajamiento de origen tectónico. Resulta pertinente vincular estos elementos con las estrategias de geoconservación, ya que la incorporación de una conciencia ambiental orientada específicamente hacia la protección del patrimonio abiótico constituye una necesidad emergente.
Citas
Alheiros, M., & Lima Filho, M. (1991). Formação Barreiras: Revisão da faixa sedimentar costeira de Pernambuco, Paraíba e parte do Rio Grande do Norte. Estudos Geológicos, 10, 77–78.
Arai, M. (2006). A grande elevação eustática do Mioceno e sua influência na origem do Grupo Barreiras. Geologia USP. Série Científica, 6, 1–6.
Arai, M., Truckenbrodt, W., Nogueira, A., Góes, A. M., & Rossetti, D. (1994). Novos dados sobre estratigrafia e ambiente deposicional dos sedimentos Barreiras, NE do Pará. En Boletim de Resumos Expandidos do IV Simpósio de Geologia da Amazônia (pp. 185–187). Sociedade Brasileira de Geologia.
Araújo, M. E. (1993). Estudo geomorfológico do extremo sul do Estado da Paraíba [Tesis de maestría, Universidade Federal da Bahia].
Barbosa, J. (2007). A deposição carbonática na faixa costeira Recife-Natal: Aspectos estratigráficos, geoquímicos e paleontológicos [Tesis doctoral, Universidade Federal de Pernambuco].
Barbosa, J., & Lima Filho, M. (2006). Aspectos estruturais e estratigráficos da faixa costeira Recife-Natal: Observações em dados de poços. Boletim de Geociências da Petrobras, 14, 287–306.
Bezerra, F. H., Amaro, V., Vita-Finzi, C., & Saadi, A. (2001). Pliocene–Quaternary fault control of sedimentation and coastal plain morphology in NE Brazil. Journal of South American Earth Sciences, 14, 61–75.
Furrier, M., Araújo, M. E., & Menezes, L. (2006). Geomorfologia e tectônica da Formação Barreiras no Estado da Paraíba. Revista do Instituto de Geociências da USP, 6(2), 61–70.
Gray, M. (2004). Geodiversity: Valuing and conserving abiotic nature. John Wiley & Sons.
Jardim de Sá, E. F. A. (1994). Faixa Seridó (Província Borborema, Nordeste do Brasil) e o seu significado geodinâmico na cadeia brasiliana/pan-africana [Tesis doctoral, Universidade de Brasília].
Leal e Sá, L. T. (1998). Levantamento geológico-geomorfológico da bacia Pernambuco-Paraíba, no trecho compreendido entre Recife (PE) e João Pessoa (PB) [Tesis de maestría, Universidade Federal de Pernambuco].
Leite, F. P. R. (2006). Palinologia. En D. Rossetti & A. M. Góes (Eds.), O Neógeno da Amazônia Oriental (Coleção Friedrich Katzer, pp. 55–90). Museu Paraense Emílio Goeldi.
Lima, C. C., Viviers, M. C., Moura, J. R. S., Santo, A. M., & Carmo, I. O. (1990). O Grupo Barreiras na Bacia Potiguar: Relações entre o padrão de afloramento, estruturas pré-brasilianas e neotectonismo. En Anais do XXXVI Congresso Brasileiro de Geologia (Vol. 2, pp. 607–620). Sociedade Brasileira de Geologia.
Lima, M. da G. (2008). A história do intemperismo na Província da Borborema Oriental, Nordeste do Brasil: Implicações paleoclimáticas e tectônicas [Tesis doctoral, Universidade Federal do Rio Grande do Norte].
Mabesoone, J., Campos e Silva, A., & Beurlen, K. (1972). Estratigrafia e origem do Grupo Barreiras em Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Revista Brasileira de Geociências, 2, 173–178.
Paraíba. Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia do Meio Ambiente, & Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba. (2005). Plano Estadual de Recursos Hídricos. http://aesa.pb.gov.br/perh/relatorio_final.php
Panizza, M., & Piacente, S. (1993). Geomorphological assets evaluation. Zeitschrift für Geomorphologie, Supplementband, 87, 13–18.
Panizza, M., & Piacente, S. (2003). Geomorfologia culturale. Pitagora Editrice.
Pereira, L. S. (2019). Mapeamento do geopatrimônio e do patrimônio cultural da região de João Pessoa (Paraíba) para fins de geoturismo urbano e costeiro [Tesis doctoral, Universidade de Coimbra].
Pereira, L. S., & Pereira, I. P. S. (2018). Inventário do geopatrimônio de João Pessoa e Cabedelo (Paraíba), Nordeste do Brasil. Iberografias, 14, 43–59.
Petri, S. (1987). Cretaceous paleogeographic maps of Brazil. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology, 59, 117–168.
Pinto, M. L., & Oliveira Filho, R. (2014). Relevo cárstico e sua importância como patrimônio geomorfológico nos Campos Gerais do Paraná, Brasil. En Proceedings do I Encontro Luso-Brasileiro de Património Geomorfológico e Geoconservação (Vol. 1, pp. 20–26). APGeom, CEGOT & Universidade de Coimbra.
Reynard, E. (2005). Geomorphosites et paysages. Géomorphologie: Relief, Processus, Environnement, 3, 181–188.
Reynard, E., & Brilha, J. (Eds.). (2018). Geoheritage: Assessment, protection, and management. Elsevier.
Reynard, E., & Panizza, M. (2005). Geomorphosites: Définition, évaluation et cartographie. Une introduction. Géomorphologie: Relief, Processus, Environnement, 3, 177–180.
Rossetti, D., Bezerra, F. H., Góes, A., Valeriano, M., Andrades Filho, C., Mittani, J., Tatumi, S., & Brito Neves, B. B. (2011). Late Quaternary sedimentation in the Paraíba Basin, northeastern Brazil: Landform, sea level and tectonics in Eastern South America passive margin. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology, 300, 191–204.
Rossetti, D., Góes, A., Bezerra, F. H., Valeriano, M., Brito Neves, B. B., & Ochoa, F. (2012). Contribution to the stratigraphy of the onshore Paraíba Basin, Brazil. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 84, 313–333.
Suguio, K. (1998). Dicionário de geologia sedimentar e áreas afins. Bertrand Brasil.
Suguio, K., Bidegain, J. C., & Mörner, N. A. (1986). Dados preliminares sobre as idades paleomagnéticas do Grupo Barreiras e da Formação São Paulo. Revista Brasileira de Geociências, 16, 171–175.
Szatmari, P., Françolin, J., Zanotto, O. A., & Wolff, S. (1987). Evolução tectônica da margem equatorial brasileira. Revista Brasileira de Geociências, 17(2), 180–188
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Luciano Pereira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.


